Nova Suíça: o bairro tradicional que volta ao radar do mercado imobiliário

 

 Nova Suíça: o bairro tradicional que volta ao radar do mercado imobiliário

Da década de 1970 à conexão com os bairros mais desejados de Goiânia, uma área que guarda traços urbanísticos ultra valorizados no cotidiano


Praça Wilson Sales também conhecida por Praça Nova Suíça. Crédito: Arquivo O Popular (Wildes Barbosa)


Criado na década de 1970 como um conjunto habitacional, o setor nasceu como resposta às demandas de crescimento de Goiânia, ainda um mosaico de bairros planejados e áreas em expansão. Originalmente parte do Jardim América, o Nova Suíça foi ganhando identidade própria à medida que seu traçado, composto por cerca de 55 quadras, foi se consolidando como um dos mais bem organizados da região sul da cidade.


Urbanismo voltado ao cotidiano


Com ruas largas, a boa distribuição das quadras e a presença de praças e eixos comerciais criaram, ao longo do tempo, um cotidiano funcional e autossuficiente. A vida acontece no próprio bairro: mercados, clínicas, escolas, restaurantes e serviços de proximidade reduzem deslocamentos e reforçam uma relação mais direta entre morador e cidade.


Essa lógica urbana se conecta com tendências atuais de valorização de bairros que oferecem infraestrutura pronta e integração ao entorno. Em vez de grandes vazios urbanos à espera de consolidação, o bairro apresenta uma malha madura, capaz de absorver novas tipologias residenciais sem comprometer sua dinâmica. O resultado é um setor que não depende de promessas futuras para se sustentar: ele já funciona, já é vivido e já está plenamente inserido no mapa cotidiano da cidade.


Para a diretora de incorporação da Dinâmica Incorporadora, Patrícia Garrote, esse tipo de configuração urbana tem um valor que nem sempre é imediatamente visível, mas que se revela no médio e longo prazo. “Bairros como o Nova Suíça têm uma lógica de cidade muito bem resolvida. Eles não precisam ser reinventados, apenas compreendidos dentro do momento atual de Goiânia”, observa.


A lógica da vizinhança como fator de liquidez

 

Nos últimos anos, o mercado imobiliário tem demonstrado um comportamento recorrente: regiões vizinhas a bairros altamente desejados tendem a apresentar forte liquidez e ciclos consistentes de valorização. Foi esse movimento que marcou a trajetória do Jardim América, bairro onde a Dinâmica foi precursora em lançamentos que registraram valorização de até 100% entre o lançamento e a entrega. A proximidade com áreas consolidadas, aliada a produtos bem posicionados, criou um ambiente favorável tanto para quem comprou para morar quanto para quem investiu.

 

Agora, o Setor Nova Suíça passa a ser observado sob essa mesma lógica urbana. Sua localização estratégica garante acesso rápido aos serviços, comércio e áreas de lazer do Bueno e do Jardim América, mas ainda preserva uma relação de custo mais equilibrada no valor do metro quadrado. Essa combinação de baixo adensamento, infraestrutura consolidada e vizinhança qualificada tem se mostrado decisiva na leitura de potencial de determinados bairros da capital. “Quando você escolhe regiões estratégicas, vizinhas a bairros já desejados, o imóvel herda boa parte dos benefícios da localização, mas com uma entrada mais competitiva. Isso impacta diretamente na liquidez”, explica Patrícia.

 

Para o presidente da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO), Felipe Melazzo, os bairros que receberam adensamento a partir no novo Plano Diretor de Goiânia, aprovado em 2022, são muito importantes para impulsionar a reorganização do espaço urbano da cidade. “Esses bairros são o setor Nova Suíça, o Jardim América, o Pedro Ludovico, o Serrinha, o Bela Vista, por exemplo, os chamados bairros adjacentes aos setores mais nobres da capital e passaram a ter um protagonismo importante nos últimos anos. São bairros dotados de infraestrutura e amplos espaços públicos, como praças e parques, serviços e comércios que comprovam a potencialidade de benefícios para quem deseja morar em pontos mais centrais. Então, é uma grande oportunidade para o adquirente ou investidor interessado em um novo bairro para se morar ou para investir, assim como para a população que faz esse processo migratório natural dentro das regiões, possa se beneficiar de localizações que antes já representavam bons espaços públicos e que agora têm sido potencializados com o investimento do mercado imobiliário”, explica.

 

Produto contemporâneo

 

Além da localização, o tipo de produto ofertado é determinante para que esse potencial urbano se traduza em valor real. A Dinâmica aposta em empreendimentos que dialogam com demandas contemporâneas do morar, incorporando itens desejados e reconhecidos pelo mercado, como varanda, churrasqueira a carvão e áreas de lazer bem estruturadas e completas. Segundo Patrícia, a proposta é inserir novos empreendimentos de forma coerente com a dinâmica local. “São produtos que ainda conseguem entregar ao cliente itens valorizados, com áreas de lazer robustas, completas e funcionais, com um foco grande em Wellness”, afirma, ao adiantar o investimento da empresa no Setor Nova Suíça, local do próximo lançamento.

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